A Tribuna News

Previsão não disponível no momento
Seu navegador não suporta flash
19/01/2012 02h26 - Atualizado em 19/01/2012 02h26

Extinção do analfabetismo

É inexplicável e vexatório que o Brasil seja ainda o país com maior percentual de analfabetos da América Latina

 

Pedro Cardoso da Costa

Pedro Cardoso da Costa

Dentre os problemas da educação no Brasil, o analfabetismo é o mais grave. Em noticiários no início da década de 90 divulgou-se a diminuição da alta taxa do analfabetismo em decorrência da morte de pessoas idosas, faixa de maior número de analfabetos.

Colocar no papel mais algumas teorias a respeito do assunto até que não é tão difícil. Complicado é quando as sugestões precisam ser efetivadas no dia a dia, pois dependem decisivamente de políticas públicas efetivas, incisivas, amplas e duradouras. Mas por maiores que sejam as dificuldades, trata-se de problema básico, que precisa ser solucionado para que o país tenha mão-de-obra qualificada e alcance o desenvolvimento sócio-econômico.

Como potência econômica que vem se tornando, é inexplicável e vexatório que o Brasil seja ainda o país com maior percentual de analfabetos da América Latina.

O governo federal deveria criar lei que permitisse aos empregados estudarem nas próprias empresas, sem obrigação de frequência em estabelecimento de ensino, ficando a avaliação periódica a cargo das secretarias de Educação. Aos empresários caberia dividir as despesas financeiras, adequar os horários para permitirem o estudo via conferência ou à distância, com adequação de um local de estudo dentro das próprias empresas. Nesse caso, financiariam o material, ficando o funcionário obrigado a ressarcir após a conclusão do curso ou quando saísse da empresa, num prazo razoável já predefinido.

A imprensa precisaria contribuir com mais debate e matérias sobre a educação."

— Pedro Cardoso da Costa

Concomitante a essas alternativas, seria sensato e muito bem-vindo se o governo melhorasse a qualidade do ensino fundamental e médio nas escolas públicas.

Evitaria que as pessoas se criassem analfabetas. A imprensa precisaria contribuir com mais debate e matérias sobre a educação. Já os cidadãos deveriam desempenhar o papel de convencerem os analfabetos a deixarem essa condição e encararem a educação com mais seriedade. Quem já estivesse afastado, deveria voltar à sala de aula para conclusão dos ensinos fundamental e médio. Além de acompanharem de perto o aprendizado dos filhos.

Por enquanto, as autoridades falam muito enquanto a qualidade da educação só piora. Não há justificativa plausível para o Brasil ainda contabilizar milhões de analfabetos e muito mais de semi-analfabetos. O engajamento precisa ser geral e irrestrito para a extinção do analfabetismo, pilar essencial para melhoraria do ensino em geral.

Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP é Bel. Direito

Contato: pedro.costacardoso@gmail.com


Envie seu Comentário

Antes de escrever seu comentário, Atenção! o A Tribuna News não publica comentários ofensivos, obscenos, que vão contra a lei, que não tenham o remetente identificado ou que não tenham relação com o conteúdo comentado. Dê sua opinião com responsabilidade!
* Obrigatório
 

Copyright 2011 © A TribunaNews - Todos os direitos reservados.

Os textos aqui publicados são livres para utilização, desde que citada a fonte.

As notícias veiculadas nos blogs, colunas e artigos são de inteira responsabilidade dos autores.


Desenvolvido por: Lobo Tecnologia&Internet