Direitos Humanos leva palestra de prevenção e valorização a Cidade dos Meninos

06/12/2018 07h06
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A Prefeitura de Campo Grande, por meio da Secretaria Municipal de Governo e Relações Institucionais e Subsecretaria de Defesa dos Direitos Humanos, promoveu nesta quarta-feira (5) duas palestras de prevenção e valorização da vida na Cidade dos Meninos, uma no período matutino e outra no vespertino.

Uma ação da Coordenadoria de Proteção à Criança e o Adolescente em parceria com a Coordenadoria Geral dos Direitos Violados e do Programa Direitos Humanos pela Valorização da vida.

A Cidade dos Meninos está ativa desde 2001 e oferta cursos gratuitos para jovens de 14 a 18 anos, dando oportunidade de formação e pré disposição ao mercado de trabalho. A SDHU acredita ser importante instruções sobre a valorização da vida a essa classe de jovens, visto que é a faixa etária mais atingida pelo problema.

A intenção é ganhar a atenção e confiança dos alunos, para que possam falar abertamente sobre assuntos que de outro modo não seria possível alcançar, relata a Coordenadora de Proteção a Criança e Adolescente Sandra Mara Martins dos Santos.

Para o subsecretario de Defesa dos Direitos Humanos, Ademar Júnior, o desafio é aumentar o conhecimento do fenômeno por parte de profissionais de saúde, das comunidades, dos serviços sociais e dos cidadãos em geral.

"Estamos trabalhando para que todos em conjunto possam ter um papel na prevenção do suicídio. Só assim será possível identificar quem está em risco e encaminhar as pessoas para os serviços de saúde de modo a receberem tratamento eficaz", diz Ademar Júnior.

De acordo com com o Coordenador Marco Antônio de Moraes, o programa é formado por uma equipe multidisciplinar de esclarecimento prevenção ao suicídio, que tem como objetivo conscientizar sobre os agravos da saúde mental e prevenção ao suicídio.

"É importante falar do tema , pois se trata de um tabu, onde a maioria das pessoas não tem coragem ou oportunidade para falar sobre sua dor ou seu sofrimento. Que na maioria das vezes é ignorado ou mal interpretado" comenta o Coordenador.

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