15/04/2017 10h33

Papel fiscalizatório peca por falta de material humano

O comentário foi feito pelo prefeito campo-grandense, Marquinhos Trad, do PSD.

Roberto Costa

 

INÓCUA I – Nenhum dos poderes constituídos consegue exercer o papel fiscalizatório a contento por falta de material humano. O comentário foi feito pelo prefeito campo-grandense, Marquinhos Trad, do PSD.

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INÓCUA II – Marquinhos fala com conhecimento de causa. Se a municipalidade conseguisse arrecadar o montante que lhe é devido, a prefeitura teria em caixa algo em torno de 3 bilhões de reais. **

COLARINHO BRANCO – Quadrilha organizada que está sendo desbaratada pela Polícia Federal, se persistisse no crime, fatalmente levaria o Estado do Rio de Janeiro à situação de falência absoluta.

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FATURA EXPOSTA – Como se não bastasse Eduardo Cunha e Sérgio Cabral, até o ex-secretário de Estado de Saúde, Sérgio Cortês, conseguiu ‘operar’ cerca de 300 milhões dos cofres públicos do Rio.

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SOB INVESTIGAÇÃO – Delatores da Odebrecht incriminaram tio e sobrinho sul-mato-grossenses: os deputados federais Zeca do PT e Vander Loubet, ambos filiados ao PT, serão investigados pela Polícia Federal.

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SEM ANESTESIA – O médico cirurgião-plástico, Marcos Harter, foi literalmente operado pela direção do BBB17. A bipolaridade do participante motivou sua exclusão da casa mais vigiada do Brasil.

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MERA COINCIDÊNCIA – Semente de mamão não tem certa semelhança com algo repugnante que foi proferido contra uma jovem participante do Big Brother Brasil?

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INELEGÍVEL – A situação política do prefeito de Corumbá, Ruiter Cunha de Oliveira, do PSDB, se já não era boa ficou ainda pior ao ser declarado inelegível por 8 anos por improbidade administrativa.

O perdão é um catalisador que cria a ambiência necessária para uma nova partida, para um reinício.”

— MARTIN LUTHER KING

PEDRA NO SAPATO – O vereador Tadeu Vieira, do PDT corumbaense, agora quer que o administrador seja punido por prática de nepotismo (emprego de parente) e superfaturamento durante o Carnaval.

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LAVA-JATO I - O ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin, relator da Operação Lava-Jato, determinou a abertura de inquéritos contra oito ministros do governo do presidente Michel Temer, além de 24 senadores e 39 deputados.

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LAVA-JATO II - Apesar da lista do ministro Fachin conter nomes de ministros, o presidente Michel Temer disse na quarta-feira (12), ao sancionar leis favoráveis às mulheres, que o governo não pode parar. Não haverá mudança de ministro.

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DENUNCIADOS I - A autorização do ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato STF, para a abertura de 76 inquéritos ligados a delações premiadas de 77 ex-diretores e funcionários da empreiteira Odebrecht atingiu a cúpula do Congresso.

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DENUNCIADOS II – O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), se tornaram oficialmente investigados.

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1ª INSTÂNCIA – Com base nas delações premiadas da Odebrecht, Fachin determinou que as citações dos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff fossem enviadas para a primeira instância da Justiça.

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SEM PERDÃO - Fracassou a manobra para tirar da segunda instância o julgamento do ex-prefeito de Campo Grande, Gilmar Antunes Olarte. A Seção Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul se prepara para iniciar seu julgamento.

Colaboração de Roberto Costa é jornalista – Campo Grande/MS - Contato: rc.com@terra.com.br

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