06/07/2012 03h44 - Atualizado em 06/07/2012 03h44
'Palhaços na Fronteira' se apresentam em mais três municípios
É um espetáculo de Circo-Teatro de Rua, andante, constituído de música, teatro e diálogo direto com o circo.
Com patrocínio do Fundo de Investimentos Culturais da Fundação de Cultura do governo de Mato Grosso do Sul (FIC/MS), o grupo Circo do Mato levará a mais três municípios da região do Conesul o projeto Palhaços na Fronteira, com o espetáculo O Palhaço no Meio da Rua.
O espetáculo será encenado nas cidades de Coronel Sapucaia, Aral Moreira e Laguna Carapã e busca pelas apresentações de rua um novo significado para o espaço público. Sempre com entrada franca.
Confira a agenda de apresentações:
Sexta-feira (6 de julho)
Coronel Sapucaia – 16 horas
Local: Rua Rachid Saldanha Derzi, 784
Sábado (7 de julho)
Aral Moreira – 16 horas
Local: Rua General Dutra, Praça Central
Domingo (8 de julho)
Laguna Carapã – 16 horas
Local: Ginásio de Esportes Agenor Nava, Rua João Lourenço de Lima, Centro
Palhaços - Estimulados pelo sucesso na realização do projeto “Uma Praça, Uma Igreja e um Palhaço no meio da Rua: uma identidade em formação”, premiado pela Funarte, o grupo decidiu ampliar a idéia, tanto no número de apresentações como na amplitude das discussões sobre identidade cultural.
No projeto aprovado pelo Fundo de Investimentos Culturais, o Circo do Mato visou apresentações nos municípios sul-mato-grossenses que fazem fronteira com o Paraguai, cuja formação da identidade cultural já é marcada por um contexto peculiar pela convivência de povos de diferentes culturas e etnias.
A escolha pelo espetáculo o Palhaço no Meio da Rua se deu pela linguagem universal da peça, capaz de alcançar diferentes culturas. Já foi apresentada no Peru, Bolívia, Equador, Paraguai e Colômbia com grande sucesso, mostrando-se eficaz na comunicação com platéias de diferentes idiomas.
A peça inicia-se com os artistas em cena se maquiando e assumindo gradativamente suas personagens. É um espetáculo de Circo-Teatro de Rua, andante, constituído de música, teatro e diálogo direto com o circo. É lírico, poético, esteticamente marcado para relembrar os tradicionais circos brasileiros e suas pequenas famílias circenses. Remete às antigas charangas do circo tradicional e mostra a arte da palhaçaria por meio de números de fácil assimilação e integração com o público.
